Psicóloga
em Porto Alegre

Luísa Buhr Ciulla psicóloga em Porto Alegre. Psicóloga especializada em psicanálise no Centro de Porto Alegre.

Psicóloga Luísa Buhr Ciulla em Porto Alegre

Depressão

Grande falta de objetivos, desilusão com o trabalho e relações afetivas podem estar com depressão.

Alcoolismo

Tratamento para o alcoolismo, quando o consumo passa interferir na vida familiar, social e/ou profissional do indivíduo.

Ansiedade

Ansiedade é o medo antecipado e exagerado em relação a algo que supostamente possa acontecer.

Transtorno Bipolar

Transtorno manifesta alterações extremas de humor sem motivo aparente.

Fobia Social

A fobia social é uma patologia onde o indivíduo experimenta um medo extremo e exagerado ao se expor.

Síndrome do Pânico

Pânico é um transtorno psicológico que expressa crises inesperadas e intensas de medo e desespero

Mecanismos de Defesa

Mecanismo de defesa em que o indivíduo se recusa a aceitar uma realidade relacionada a um fato ou experiência vivida.

Dependência Emocional

A dependência emocional pode ter início por diversos fatores desencadeantes, bem como, começar na infância ou não.

Geralmente, a depressão infantil está relacionada aos sentimentos de luta, perda, separação dos pais, dificuldade de adaptação às constantes mudanças, por vezes de escola e moradia.

O procedimento de avaliação psicológica tem o propósito de verificar os diferentes processos psicológicos que compõe a personalidade do indivíduo.

Psicologia e Psicanálise

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Quando se fala em ‘em cura pela fala’, dá-se luz às ideias do neurologista austríaco Sigmund Freud, que observou que o fato de associar memórias, sonhos e ideias, levava as pessoas a acessar pequenos e grandes traumas que assombravam seus pacientes. Dessa forma, seria possível entender alguns comportamentos herdados do nosso desenvolvimento afetivo e social. No entanto, falar por falar não teria qualquer efeito, senão aliviar sintomas da ansiedade. Se faria necessário alguém com conhecimento técnico necessário – psicologia – para conduzir o raciocínio para pontos escondidos pelo próprio paciente.

Naturalmente, e inconscientemente, o paciente cria mecanismos e tende a não se aprofundarem certos assuntos e emoções. Freud, portanto, desenvolveu o que chamou de Psicanálise. Passou a observar seus pacientes e criar as ferramentas necessárias para organizar e levar o paciente entender o embrião – núcleo – de algumas de suas aflições.

Com o tempo, o paciente de psicologia passa a criar um entendimento maior da natureza do comportamento psicológico humano e sobretudo do seu próprio comportamento. Esse estágio de comunicação e interação recíproca Freud chamou de Transferência, um elo de confiança entre o profissional e o paciente, fortalecendo e acelerando o processo de melhora.

Em suma, acredita-se que somente com a figura de uma segunda pessoa, um profissional psicólogo – psicanalista -, seria possível acessar núcleos de pequenos ou grandes traumas que deixamos para trás. Seria possível identificar na história do paciente, bem como condições atuais, fatores que contribuem para seu sofrimento psíquico e amenizá-los.

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